O ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, afirmou nesta sexta-feira (17) que a Corte não irá ocultar a crise envolvendo ministros citados em supostos desdobramentos relacionados ao Banco Master. Em coletiva à imprensa, o magistrado ressaltou que nenhuma instituição está imune ao escrutínio público.
Segundo Fachin, eventuais apurações devem ocorrer de forma adequada, respeitando os ritos e normas procedimentais previstos. Ele mencionou, de forma indireta, a repercussão envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
Durante a conversa com jornalistas, Fachin também foi questionado sobre um possível pedido de cassação e inelegibilidade contra o senador Alessandro Vieira e se a medida poderia configurar abuso de autoridade por parte de integrantes do STF. O ministro, no entanto, não respondeu ao questionamento e encerrou a entrevista.
As declarações foram dadas após participação de Fachin em evento realizado na Fundação Getulio Vargas, na capital paulista.
A fala do presidente do STF ocorre em meio a um cenário de pressão e debates sobre transparência, limites institucionais e a atuação de autoridades do Judiciário diante de investigações e questionamentos públicos.

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